Rev Bras Oftalmol.2011;70(3):179-181

Estrabismo após toxina botulínica para fins estéticos

Marta Halfeld Ferrari Alves , Flávia Sotto-Maior , Júlio César Costa

DOI: 10.1590/S0034-72802011000300009

RESUMO Nas últimas décadas, a toxina botulínica tem sido aplicada para fins terapêuticos em inúmeras afecções. A toxina do tipo A foi aprovada primeiramente em 1989 para o uso em estrabismo, blefaroespasmo e espasmo hemifacial de pacientes maiores que 12 anos de idade. A observação de que pacientes tratados de blefaroespasmo com toxina botulínica apresentavam um efeito adicional de diminuição das rugas de expressão inspirou estudos sobre a aplicação cosmética da toxina. Recentemente, a toxina botulínica do tipo A foi aprovada para fins estéticos. Este trabalho relata um caso de ocorrência de estrabismo após aplicação de toxina botulínica na face para fins estéticos.

Estrabismo após toxina botulínica para fins estéticos

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